NIF, conta bancária e uma origem de fundos documentada que o compliance não devolve. É aqui que a maioria das compras por estrangeiros encalha.
A parte de conformidade da compra, tratada antes de se tornar um problema.
Quatro fases, e começamos antes de encontrar o imóvel, não depois.
Vemos onde está o dinheiro, como foi ganho e qual é o banco certo a abordar.
Primeiro o número de contribuinte, depois a abertura de conta, com os documentos preparados com antecedência.
Contratos, extratos, escrituras de venda, declarações de IRS. Reunidos num dossiê que o banco possa aprovar.
Os fundos seguem por um circuito e numa moeda que o notário e o vendedor aceitam.
Os bancos e notários portugueses aplicam as regras europeias de branqueamento de capitais e têm de comprovar a origem dos fundos. Um dossiê completo desde o início é muito mais rápido do que responder a perguntas uma a uma durante semanas.
Não é obrigatória em todos os casos, mas torna a compra, os contratos de água e luz e os pagamentos de impostos muito mais simples, e a maioria dos vendedores e notários espera que a tenha.
É comum e não é impeditivo. Muda quais os documentos que o banco pede e por vezes qual o banco a abordar. Avaliamos isso antes de apresentar qualquer pedido.
Uma consulta gratuita. Diga-nos onde estão os fundos e como foram ganhos, e dizemos-lhe o que o dossiê tem de conter.
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